Carreira, Comportamento, Empreendedorismo

APRENDENDO COM OS FRACASSOS

Fracasso:
substantivo masculino: falta de êxito; malogro; derrota.
Ex:”o empreendimento foi um fracasso.”

Fracasso é uma palavra pesada, né? É só olhar a definição no dicionário aí em cima. E se tem algo que as pessoas não querem estar associadas, essa coisa é o fracasso.

Quando definimos quais seriam os dois temas para a enquete da semana nos inspiramos em um bate papo que tivemos com uma amiga. Daí pensamos, quantas mulheres devem estar se sentindo da mesma maneira? Então, pedimos que ela contasse um pouquinho da história dela pra vocês:

“Muitas vezes deixamos de tentar algo pelo simples medo do fracasso, do que as pessoas vão dizer e pensar sobre nós e de como vamos nos sentir.  Esse medo nos faz perder grandes oportunidades de aprendizado,  crescimento pessoal e profissional.  Se tentamos algo e não deu certo, sempre ficamos receosos de fazer novas tentativas. Sempre tem uma voz que nos diz “ não se aventure de novo, você já fracassou uma vez”, além de várias outras pessoas que também nos dizem isso.

Mas não podemos encarar nossos erros e falhas como a pior coisa que pode acontecer nas nossas vidas!

 Como empreendedora, já tive vários negócios que não foram para frente, mas todos me ensinaram que o que não falta são chances para novos recomeços. Ao tentar novamente me deparo com um momento de autoconhecimento, em que não devo escutar os outros, mas sim, a voz dentro de mim, encontrando aquela força adormecida e tirando todos os ensinamentos que puder das situações em que não obtive sucesso, buscando evitar cometer os mesmos erros do passado. Momento de nos reerguer e lutar por aquilo que acreditamos. Momento de correr atrás dos nossos objetivos não importando os obstáculos que teremos que enfrentar.  Aprendemos muita mais nas tentativas frustradas do que jamais iríamos aprender no sucesso garantido. E essa é a lição mais valiosa que podemos ter!” (Viviane Corrêa, 28 anos)

Essa aí do lado é a Vivi, nossa empreendedora que não desiste dos seus sonhos.

De alguma forma você se identifica com ela porque, cedo ou tarde, acontece com todos nós: em algum momento, fracassamos ou fracassaremos. 

Fracassar é ruim, é péssimo, claro!!! Mas, a forma como você enxerga o fracasso faz toda a diferença. Vai depender muito de sua visão de mundo, da maneira como você ressignifica o fracasso. Você pode muito bem desistir de tudo ou interiorizar o fracasso como uma forma de aprendizado (o que eu não devo fazer) e encará-lo como mais um degrau em direção ao seu objetivo.

Nos EUA, fala-se em Cultura do Fracasso. Nas startups do Vale do Silício é muito comum compartilhar os fracassos com as  outras pessoas, elas na verdade contam os fracassos como se fossem glórias.

Loucura?? NÃO!

Nos ambientes onde a inovação floresce, o fracasso faz parte da rotina. E de fato são glórias, sim. Afinal, eles arriscaram e tentaram. Por isso, é muito importante que as empresas criem um espaço para que as pessoas possam testar e falhar. Não adianta tirar conclusões, realizar estudos variados se você não tentar na prática.

Você que está prestes a começar um negócio novo, tem aquela veia empreendedora pulsando forte, mas ainda está inseguro de se lançar. É natural que isso aconteça. Nesse momento, passa tanta coisa pela nossa cabeça, né? Você só visualiza os piores cenários possíveis, preocupações financeiras te dão dor de cabeça e o medo de uma tragédia mercadológica é enorme. E por causa desse pavor com as incertezas do futuro você vai pendendo cada vez mais para o lado da segurança e não sai do lugar.

A lição que a Cultura do Fracasso traz é a da resiliência – capacidade de recomeçar, de cair, levantar e não desistir.

Uma outra iniciativa bem interessante foi a de um professor da Universidade Princeton que divulgou  uma versão incomum de seu currículo.  Nele, ele lista  todas as bolsas de pesquisas, os programas de estudos e as publicações para as quais foi rejeitado. O seu propósito com isso foi a de mostrar as coisas em perspectiva e romper com a ideia que as pessoas tinham de que tudo dava certo para ele.

Enquanto, por aqui, as pessoas que fracassam são humilhadas, desestimuladas e ridicularizadas pelo fracasso, nos EUA elas são parabenizadas. Precisamos reverter a perspectiva, é ter em mente que mesmo trabalhando duro, as coisas podem não dar certo. É ter resiliência suficiente para recomeçar. E deixar pra lá o que as pessoas vão dizer, Será que eles teriam tido a sua coragem?

E lembre-se, a sua próxima tentativa será bem melhor, isso você pode ter certeza!

Continue a nadar, continue a nadar!

Temos que ter algo bem claro em mente: não podemos mudar o passado!

Se perdemos dinheiro, fomos roubados, tivemos o nosso coração partido por alguém, fomos reprovados em uma prova importante, fracassamos nos negócios, fizemos escolhas financeiras erradas….qualquer coisa que tenha nos impactado profundamente, nada disso pode mudar!

O que podemos mudar é o significado desses eventos. Nós temos a incrível capacidade de reesignificar os acontecimentos que rotulamos de “negativos” como aprendizados, ensinando e crescendo com cada experiência que a vida nos oferece. Já parou pra pensar que muitas das nossas piores experiências, talvez tenham sido as melhores e as mais ricas?

Se você pretende fazer alguma coisa, mas não consegue dar o primeiro passo talvez os seus fracassos no passado estejam bloqueando as suas ações no presente. Na maioria das vezes não conseguimos o ver o cenário por completo e subestimamos as nossas habilidades para superar um fracasso.

Vamos fazer um exercício bem rapidinho. Responda o que vier na cabeça:

Quais foram os três momentos marcantes (bons ou ruins) da sua vida?

Se você pudesse voltar no tempo e escolher um desses fatos, para qual você voltaria para refazer/reviver? Por que?

Quais pontos fortes seus que aparecerem ou se desenvolveram nesse momento da sua vida?

Como você pode aplicar os conhecimentos, aprendizagens, e seus pontos fortes descobertos nessa experiência nos dias atuais e em seus futuros planos e ações?

Sabe a Dory de Procurando Nemo? Quando a vida te decepciona…

 

E aí? Topa mudar esse olhar sobre o fracasso?

Da próxima vez que pensar nos erros cometidos, relembre os aprendizados e as experiências que aquele momento trouxe na sua vida e em quem você é hoje!

Beijos Babi e Paty

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Comportamento

A IMPORTÂNCIA DA PAUSA

Saindo do piloto automático
Um novo dia começa…
Você acorda e não abre a janela pra ver o sol. Sim! Ele está lindo hoje.
Sai apressadamente… 
Quando se dá conta, já chegou ao seu destino. Sem perceber o trajeto, você está lá!

Daí passa a hora do almoço, do jantar e de dormir. E, assim, os dias, semanas, meses e anos vão sumindo num piscar de olhos. E vem aquela frase típica: “Nossa, esse ano passou rápido né?”

Viver no piloto automático é um estado mental em que as nossas ações são desempenhadas sem uma intenção consciente do momento presente. É continuar repetindo padrões e até mesmo estabelecer uma rotina de comportamento inconsciente diariamente.
Mas, isso não é de todo mal. Fazer as coisas em piloto automático é uma vantagem evolucionária. Imagina só o tempo que levaríamos para decidir coisas simples (comer e escrever, por exemplo) caso essa funcionalidade não fosse desenvolvida pelo nosso cérebro. Estamos em piloto automático também para facilitar com que todos estes hábitos se processam na sua vida de maneira mais rápida.
O problema, na verdade, está quando nos submetemos o tempo inteiro a esse comportamento. É como se estivéssemos sempre adormecidos e anestesiados, sem uma ligação de qualidade às coisas e às pessoas que nos rodeiam, naquela sensação de que tudo vai perdendo o sentido.

Um exercício simples para você sair do piloto automático é PARAR…isso mesmo! 

Tim Gallwey, o pai do coaching, apelidou a STOP como a mãe das ferramentas. Ela é utilizada para fazer com que você tome consciência do seu comportamento e faça uma escolha racional, principalmente acerca daquilo que você estabeleceu como meta.

A aplicação dela é feita em quatro passos básicos. A ferramenta consiste em, basicamente, parar o que se está fazendo, pensar no que se está fazendo, reorganizar (o pensamento, o meio, as atitudes) e finalmente proceder de forma mais racional.

S – STEP BACK (RETROCEDER): Tomar distância entre você e tudo com o que você está envolvido naquele momento. Dê um passo para trás e olhe a situação de fora!

T – THINK (PENSAR): Momento de reflexão dos fatos como eles são. Priorize o pensar e não o sentir.Tome consciência!

O – ORGANIZE (ORGANIZAR): Dê sentido, considere as prioridades e forneça uma clara sequência de ações.

P – PROCEED (PROSSEGUIR). Cérebro renovado e limpo, hora de voltar para o jogo. Estar mais conectado consigo mesmo e suas motivações.  Vá!

Sair do piloto automático é um desafio de crescimento pessoal. Afinal, mesmas ações, mesmos resultados né? E presos à essa zona de conforto e no dia dia que vai nos consumindo aos poucos, corpo e mente pedem um descanso. E precisamos estar atentos aos sinais!
Alerta exaustão
Quem não se sente (ou já se sentiu) sobrecarregada! É o trabalho, a carreira, os estudos. Temos que pensar ainda em casa, no marido/namorado, nos filhos, no gato, cachorro, papagaio e periquito. Ahhh e além disso, não podemos esquecer de se alimentar bem e fazer atividades físicas.
E a sensação é essa aí: 
As mulheres estão  de alguma forma tentando buscar um equilíbrio entre vida profissional e pessoal, uma batalha interna sem vencedores. E a sociedade não facilita né? Viver ocupada tornou-se culturalmente bem visto. Lazer virou coisa vulgar. Algo quase errado.
Essa rotina acelerada tem trazido muitas preocupações. Você sabia que 30% dos mais de 100 milhões de trabalhadores brasileiros sofrem com a Síndrome de Burnout (ou síndrome do esgotamento profissional)? É um problema mundial, que, segundo especialistas, aumenta a cada ano e causa danos à saúde e à economia. Pessoas que trabalham mais de 11 horas por dia são quase 2,5 vezes mais propensas a ter um episódio depressivo do que aquelas que trabalham de sete a oito.
49% das pessoas com a Síndrome de Burnout desenvolvem depressão e 92% dos afetados se sentem incapazes de trabalhar. No Brasil, a falta de produtividade causada pela exaustão gera prejuízo de 3,5% do nosso PIB.
Essa história aqui, pode te inspirar a querer fazer uma pausa na sua rotina antes que você se torne uma dessas estatísticas aí de cima.
Il Dolce far niente
Essa famosa frase italiana significa “desfrutar do prazer de fazer nada”.
Parece loucura, né? Mas que tal colocar no seu dia a dia um tempinho pro querer não fazer nada!
Encontre algo que te faça bem e que faça tua mente descansar. Pode ser tanta coisa:
♦Encontre as amigas para dar risada e jogar conversa fora.
♦Chegue em casa, tire os sapatos e beba uma taça de vinho.
♦Talvez seja até mesmo cansando o corpo que a gente vai conseguir relaxar. Faça luta, academia, natação ou ligue o som de casa e dance.
Sabe o seu horário de almoço? Torne ele o seu momento de pausa…escolha um ambiente agradável para comer, quem sabe ir ao parque depois para ficar olhando a paisagem.
No trabalho, quantas vezes temos aquele chamado “bloqueio criativo” acontece?
Às vezes, a melhor maneira de aumentar a sua criatividade e produzir algo melhor é fazer uma pausa. A mente humana precisa de períodos de inatividade para gerar novas ideias, resolver problemas e imaginar a próxima grande coisa. Então, coloque a cabeça para fora, dê uma volta no quarteirão, tome um pouco de ar fresco. Mudar o cenário é a melhor maneira de impulsionar o processo produtivo.

É preciso, mesmo que por breves instantes ao longo do dia, parar. É preciso sentir o prazer de fazer nada, sem cobranças, sem pressa, sem olhar o relógio, sem culpa.

É preciso dar um tempo a nós mesmos.

Temos esse direito, sim, de não querer fazer nada.

 

Beijos Babi e Paty!
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Comportamento

CONSTRUINDO A MUDANÇA

“Nada é permanente, exceto a mudança” – Heráclito.

Provavelmente, você já viu (ou ouviu) essa frase. Para muitos parece não fazer sentido algum, mas ela consegue dizer mais sobre a nossa vida do que você consegue imaginar. Quer ver só?

Tente fazer um pequeno exercício de memória e experimente voltar à sua infância. Relembre seus sonhos, seu jeito de ser, seus temores e preocupações quando ainda era uma criança indefesa. Você tinha medos simples, mas que pareciam enormes, né? Como era horrível dormir no escuro, ficar sozinho em casa…e aqueles barulhos estranhos que a casa fazia durante a noite? Socorro!!

Agora, relembre a sua adolescência. As revoltas sem causa e as brigas com seus pais por achar que j´era dona do próprio nariz. Quantas vezes já julgamos saber o que era melhor pra nós e demos de cara com o chão (e, claro, lá estavam os nossos pais para nos ajudar). Reviva as histórias com os amigos do colégio, o primeiro namorado (e amor) e talvez a primeira vez. 

Olhe pra você agora e perceba o quanto você mudou. Alguns de seus sonhos podem ter ficado pelo caminho, mas com certeza outros que você nem imaginaria surgiram e lhe transformaram no que você é hoje.  E só de olhar pra trás você sabe que terá novos sonhos e novas experiências que farão de você uma nova pessoa no futuro.

Você é hoje a sua melhor versão e amanhã será outra ainda melhor. É só ver quanta experiência adquiriu com uma nova percepção da vida, dos fatos e das situações que lhe aconteceram enquanto os anos passavam. Não foi somente sua aparência que sofreu mudanças. Você mesma mudou, ainda que não se dê conta disso por completo.

 

Por que é tão difícil?

Mesmo sabendo que amanhã não seremos as mesmas pessoas que somos hoje, mudar é uma das coisas mais assustadoras da vida.

Um exemplo bem simples: quando pensamos em mudar o visual, vai dizer que não dá um “medinho” de sentar na cadeira do cabeleireiro? Imagina então quando pensamos nas grandes transformações como, trocar de carreira, de cidade ou até mesmo de estilo de vida.

Se buscarmos no dicionário, mudar significa remover, pôr em outro lugar, deslocar, alterar, modificar, transformar, converter, trocar, substituir. É um verbo, se refere à uma ação e isso dá um medo danado!

Por que ficamos assim?

A Organização Inknowation explicou de forma bastante divertida nesse vídeo aqui o que acontece quando nos atrevemos a sonhar e fazer as mudanças que tanto queremos. Por isso, vamos compartilhar aqui algumas ideias principais.

Estamos tão confortáveis na nossa zona de conforto que a qualquer sinal de perigo nosso cérebro dispara um mecanismo de defesa. Quem nunca disse: “Seja o que Deus quiser, ele sabe o que faz”, “Acho que é um sinal para ficar assim como estou”, “Não mexe com quem está quieto”, “Vou pensar melhor e na semana que vem eu vejo isso!”.

Nossos hábitos, rotina, habilidades, conhecimento, atitudes e comportamento fazem parte da nossa zona de conforto. E tudo que foge disso e é desconhecido nos amedronta, impedindo até que façamos qualquer mudança em nossas vidas – mesmo sabendo que são necessárias.

Assim como todos nós temos a nossa zona de conforto, também temos uma zona de aprendizadoque é uma área para explorar a nossa visão de mundo. Toda vez  aprendemos coisas novas, viajamos para lugares desconhecidos, conhecemos novas culturas e vivemos novas experiências estamos exercitando a nossa zona de aprendizado.

Algumas pessoas são mais dispostas a ir em direção da sua zona de aprendizado, mas para a maioria experimentar o novo e o incerto é muito assustador e por isso ficam presas dentro da sua zona de conforto.

Estamos tão preocupados com o “E se algo der errado?” que acabamos por ignorar completamente o outro ângulo da questão: “Mas e se der tudo certo?”

E é aí que seguimos para um novo caminho rumo a chamada zona mágica, onde o desconhecido pode fazer com que coisas maravilhosas aconteçam. E sabe o que é mais legal? Quando experimentamos a zona mágica, a nossa zona de conforto não desaparece, na verdade ela expande. O desconhecido passa a ser conhecido e você fica mais confortável com isso.

Muitas vezes nem é o medo do desconhecido que nos trava, mas sim a ideia de que mudar significa abrir mão do que já temos, ou seja, da nossa zona de conforto. Mudar é desenvolvimento, é adicionar coisas novas ao que você já tem.

Parece que tudo fez sentido, né? Que tal agora te ajudarmos a sair da zona de conforto com pequenos passos em direção às mudanças que você almeja em sua vida?

♦ Identifique exatamente o que você quer mudar: Você quer mudar de profissão? De empresa? O namoro/casamento não está legal? Quer emagrecer? Saber o que de fato você quer mudar não é fácil. É preciso um trabalho de reflexão interno que talvez somente com o auxílio de uma terapia ou coaching você conseguirá identificar o foco do seu desconforto para conseguir mudar exatamente o que te incomoda.

♦ Planejar é preciso: com o foco identificado, o próximo passo é  traçar um plano baseado em atitudes. Não adianta nada se você constrói a mudança apenas na sua cabeça. Tire as ideias do papel! Se você quer mudar de emprego o que precisa ser feito?  Essas atitudes podem variar desde fazer uma poupança para uma nova carreira até vender o carro para realizar o sonho de viajar pelo mundo ou terminar um relacionamento que não te faz bem.

♦ Não existe fracasso:  o caminho da mudança é trabalhoso, por isso é essencial que você mantenha o pensamento positivo e não foque seu pensamento nas dificuldades e incertezas que podem surgir no caminho. Lembre-se que mudar é desenvolvimento e que independente do que aconteça você terá um grande aprendizado e experiência de vida.

 

Um depoimento especial

Quando anunciamos o tema vencedor na enquete do Insta algo nos surpreendeu. Uma das nossas seguidoras mandou um depoimento sobre o que é o processo de mudança para ela. Ficamos tão deslumbradas com a sinceridade que, com autorização dela, vamos compartilhar com vocês:

“Posso dizer que sou Phd em mudança. Só em 2017 larguei o emprego, saí do Brasil, voltei ao Brasil e aqui mudei de cidade. Se contarmos desde os meus 18 anos, foram exatas 19 mudanças em 15 anos, contando novas cidades e novas casas. E todas, absolutamente todas, tiveram seus graus de dificuldade. E não me refiro somente ao encaixotar e desencaixotar as coisas, mas principalmente ao processo interno que a mudança nos demanda. Por melhor que seja o lugar para onde a transformação nos leva, ela vai, de alguma maneira, nos tirar da nossa zona de conforto. E aí está a questão. Para que sair desse pedacinho nosso que estamos tão acostumadas? A gente já sabe muito bem onde fica cada coisinha, como a gente mesma funciona nesse esquema. Acontece que somos, todos nós seres humanos, inacabados e precisamos do movimento para atingirmos nosso acabamento. E eu tenho para mim que se a gente não tem coragem de nos transformar, vem o universo e dá aquele chacoalhão, tipo Ana Maria Braga gritando Acorda, Menina!

Comigo foi assim: depois de oito anos em uma relação que já estava desgastada, mas que eu estava me sentindo tão confortável e acomodada, veio aquele pé na bunda. E pé na bunda joga a gente para frente, não dizem?! Tive que mudar: de casa e de planos para a vida toda que seria a dois. E para isso tive que me redescobrir. Corri para a terapia e entre muitas horas de conversa, a psicóloga me perguntou se eu tinha assistido Comer, rezar e amar. Claro que sim, não perderia Javier Barden lindo em uma praia paradisíaca. Mas ela me aconselhou a assistir de novo e refletir sobre o que da história eu poderia tirar como reflexão para minha vida. E eu vi e vi de novo e vi cada vez que eu me peguei questionando sobre o difícil processo da mudança e da transformação interna que ele gera. Minha cena favorita é quando Liz, a protagonista, escreve um e-mail para seu ex namorado, e ao ponderar sobre o término dos dois, diz: “as ruínas são uma dádiva. A ruína é um caminho que nos leva à transformação”.
É o que dizem, parece tão simples na frase do filósofo, no filme estrelado pela Julia Roberts, no livro que inspirou o filme, na história da amiga. Na prática, na nossa vida, ali no dia a dia, o caminho da mudança que nos leva ao autoconhecimento não é nada fácil e nem tão bonito. Mas vale cada pedrinha que tiramos do lugar, para deixar o novo vir”.
– Por: Mariana Lopes, 33 anos.

 

Essa daí da foto é a Mari curtindo a experiência de morar fora do país.

E se você, de alguma forma, se identificou com a história dela, comenta aqui embaixo o que o processo de mudança significa pra você!

Beijos,

Babi e Paty

 

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Carreira, Comportamento

AUTOESTIMA NO TRABALHO

Espelho, espelho meu!

Antes de ler este post pare diante do espelho e faça um exercício sincero com você mesma. Diga dez qualidades suas. Aponte também pelo menos cinco partes do corpo que lhe agradam. Observe ainda se é capaz de contabilizar mais pontos positivos do que negativos durante seu dia. Lembre o nome de cinco amigos que não são colegas de trabalho. E, com honestidade, assuma seus erros mais recentes.

Olhar-se no espelho disposto a fazer uma autoanálise é o primeiro passo para resgatar a autoestima. Observar-se e perguntar “o que há de melhor em mim” é um caminho para mudar o ponto de vista sobre quem você é, iniciando o processo de auto conhecimento.

Autoestima nem alta e nem baixa

Não é tão simples assim definir autoestima! Para uma pessoa pode significar uma coisa e para outra algo totalmente diferente!!!  Além disso, muitas pessoas acreditam que a autoestima é uma quantidade: quanto mais alta melhor. 

Mas, o que se sabe é que a autoestima envolve a integração de um tripé formado por pensamento, sentimento e ação. que na verdade podemos falar de 4 tipos de autoestima:

Cerca de 55% dos brasileiros se magoam facilmente, temem a rejeição, se culpam demais, têm medo de desagradar e têm necessidade de aprovação. Todas essas são características da autoestima frágil, um problema bem mais comum do que a autoestima baixa. 

Talvez o ponto mais preocupante seja o fato de que quase sete em dez (71%) mulheres e meninas se sentem pressionadas a nunca cometer erros ou a demonstrar fraqueza segundo a pesquisa Dove Global Beauty and Confidence Report.

No ambiente de trabalho, ela é o grande inimigo do processo de feedbacks,  já que a tendência é magoarmos com eles ao invés de usarmos as informações para evoluir. Olha que legal essa matéria sobre como reagir a um feedback negativo .

A autoestima é o “eixo central” da mente. Quando esse eixo é frágil, aumenta muito a chance de se desenvolver problemas emocionais maiores, como depressão, bipolaridade, burnout (esgotamento emocional).

E sabe o que você pode fazer sobre isso?

Mude o foco

A elevação da autoestima é um processo gradual. Ângela Leggerini de Figueiredo, especialista em Psicoterapia Cognitiva e Comportamental e professora da Faculdade de Psicologia da PUCRS, conta por onde começar.

Tenha uma visão realista (nem pessimista nem otimista demais) de si mesma, visando metas atingíveis.

Tenha claro onde quer chegar e o que quer comunicar através da sua imagem física.

Mantenha-se o mais fiel possível aos seus objetivos, levando em conta que todo ser humano é passível de falhas.

Dê ao trabalho a dimensão que ele realmente tem na sua vida, sem depositar nele toda e qualquer razão para felicidade ou infelicidade. Seu trabalho é parte da sua vida e não sua vida toda.

Tente afastar-se de lógicas 8 ou 80: ou sou perfeita ou não valho nada.

Lembre-se: sempre que nos comparamos a alguém só enxergamos o resultado final e não o processo que a pessoa passou para alcançar o objetivo.

Trabalhe o seu Mindset de Crescimento

Confusa?? Calma, já vamos te explicar!

 O mindset de crescimento é o que nos faz avançar e acreditar que podemos nos aperfeiçoar naquilo que acreditamos não sermos bons ainda. As pessoas não apenas buscam o desafio, mas prosperam com ele. Quanto maior o desafio, mas elas se desenvolvem. 

O que estamos querendo dizer é que precisamos passar por uma mudança profunda na maneira de pensar para que possamos potencializar a autoestima no trabalho. Se você muda a sua maneira de pensar, você muda a sua maneira de se sentir e, por consequência, muda o que você consegue fazer.

Olha que legal esse vídeo sobre o poder da mentalidade de crescimento.

Então, ao invés de ficar esperando o seu chefe ou a empresa que você que você trabalha fazerem alguma coisa, seja você o agente de transformação.

Acreditar que você é capaz de mudar o seu mindset vai trazer ainda mais confiança e este olhar diferente é necessário. Sabe aquele feedback negativo que você ficou remoendo por horas? Que tal trabalhar o seu mindset e entender as situações difíceis como oportunidades de crescimento e aprimoramento?

 

Quer saber como anda o seu o mindset: clique aqui e faça o teste gratuitamente!

 

O sentimento de pertencimento

Nos últimos anos, os valores motivadores para uma pessoa ter autoestima no trabalho mudaram completamente. Uma pesquisa realizada pelo Instituto Globoforce Work Human apurou o que faz os funcionários mais felizes e o curioso foi que fatores que há anos eram considerados importantes (compensação em dinheiro, reconhecimento financeiro ou benefícios) não aparecem nem entre os top 5. 

Quer saber se você se identifica? Olha aí:

1) O sentimento de pertencer: sentir-se parte de um time, grupo ou organização é o que mais gera felicidade entre os profissionais. Mais do que isso, os profissionais que sentem um forte senso de pertencimento têm uma performance superior, contribuem além das expectativas, e também estão menos propensos a pedir demissão.

2)O sentimento de propósito: entender porque o trabalho está sendo feito e porque é importante.

3) O sentido de realizaçãoem relação ao desempenho e satisfação do trabalho que foi feito

4) A sentimento de alegria: diz respeito ao prazer ligado ao ambiente de trabalho e ao trabalho em si.

5) O sentimento de vigor: que é a presença da energia e entusiasmo no trabalho.

Fica a dica aí empresas

Para criar esse ambiente positivo, é fundamental a figura de um líder (já falamos por aqui sobre isso). 

Segundo pesquisadores da Havard e da Stanford, um chefe ruim pode fazer tão mal à saúde quanto ser um fumante passivo. Mais de 75% dos profissionais americanos que foram entrevistados nessa pesquisa, disseram que seus chefes eram a pior parte de seus trabalhos.

Quando os líderes estão comprometidos a criar condições favoráveis para o desenvolvimento e o vínculo emocional entre funcionário e a organização o benefício é de ambas as partes.

 E o resultado? 95% dos funcionários com uma experiência de trabalho positiva têm atitudes assertivas e realizam um maior esforço voluntário, contra 55% daqueles que não encontram esse estímulo no trabalho.

 

Quer saber mais sobre como motivar as pessoas no ambiente de trabalho? Então clique aqui e aqui e faça a diferença na sua empresa!

 

 Então, lembre que o que realmente fará com que a sua autoestima no trabalho melhore depende, primeiramente, de você!

Assuma a responsabilidade do que você quer para sua vida.

Perceba o aqui e agora como uma oportunidade de fazer diferente.

Ninguém pode fazer por você, a mudança é sua!

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Comportamento

MEU CORPO, MEU TEMPLO

Qual mulher nunca ficou parada em frente ao espelho analisando minuciosamente cada parte do seu corpo?

O que salta aos olhos são os “defeitos”, né? Aquela ou outra coisa que você gostaria de mudar: uma barriga sequinha, um bumbum durinho, seios maiores, pernas torneadas…e por aí vai!!!

Mas por que somos tão críticas com o nosso próprio corpo?

No post de hoje te propomos a dar o primeiro passo para uma mudança de olhar sobre si mesma! Literalmente, de corpo e alma!

Sabemos que este não é um processo fácil e nem temos a pretensão de achar que num passe de mágica vamos mudar radicalmente a forma como você se enxerga no espelho.

O que queremos é te ajudar a dar um novo significado na relação que você construiu com o seu próprio corpo. Bora encarar essa juntas?

O tal corpo perfeito!

Já vamos começar com um desafio: descreva a mulher perfeita agora, assim do nada, sem pensar muito!

…1, 2, 3 e vai!

Quando fazemos este exercício a maioria de nós (isso inclui os homens) provavelmente começaria com as características físicas dessa mulher perfeita!! Fazemos essa associação com o corpo quase num piloto automático, é como se nosso cérebro falasse que esse vínculo é natural, sempre fez parte das mulheres…falar de mulher sem falar de corpo não faz sentido nenhum, né?!

Estamos em constante transformação e a maneira como lidamos com o nosso corpo também. Hoje vivemos na cultura da valorização da imagem, da mentalidade do corpo como um processo em que podemos intervir sobre ele, adequá-lo, corrigí-lo e remodelá-lo como quisermos. Vivemos uma disseminação sem igual de um modelo determinado de corpo e as práticas necessárias para a sua manutenção.

Há pouco tempo para você ser considerada uma mulher bonita e atraente tínhamos que ser brancas, cabelos compridos, magras, altas, sem celulites ou estrias…A ironia é que mesmo sabendo que o Brasil é um país  onde a miscigenação é visível só de atravessar a rua de casa, fixamos a ideia de que um corpo perfeito é tudo menos uma representação próxima das brasileiras.

Agora estamos na onda fitness, temos que malhar para ter perna grossa, abdomem definido, sem celulite e estrias…óbvio!

É assim e pronto! Ahhh e se, por acaso, você não se encaixar nessas características o problema é todo seu…se vira, mulher!!!

É como se estivéssemos sempre à espreita, para ver qual a próxima tendência que vai pegar!

Daí você vira e fala: eu sei de tudo isso, mas…

Autoaceitação é uma prática diária

E se no momento de se olhar no espelho você começasse com a seguinte frase: eu gosto do…(meu cabelo, dos meus olhos, da minha pele, da minha boca, dos meus braços, da minha perna)

Aceitar o seu corpo é enxergar a beleza que nele existe, é amá-lo e respeitá-lo sem buscar modificá-lo para se encaixar nos moldes impostos pela padrão estético do momento. Que fique bem claro aqui: não estamos abominando as mulheres que fizeram cirurgias plásticas, ok? Estamos apontando apenas que muitas delas são feitas na busca por um aceitação social: se eu não tiver um peito grande ninguém vai reparar em mim! Entendeu?

Autoaceitação é ser feliz com o corpo que possui, sem cobranças ou neuras que deixam você de viver as coisas boas da vida só por não ser igual às atrizes ou modelos.

Falando nelas, estamos vendo uma onda de famosas compartilhando as suas inseguranças com o corpo. De repente, aquelas mulheres que colocávamos no pedestal da perfeição se tornaram mais “humanas”, assim como eu e você! E isso é muito legal!!

Sabe aquela viagem à praia que você vem adiando só porque não quer ficar de biquíni na frente de todo mundo? Que tal reprogramá-la?

A autoaceitação não significa o fim das comparações, mas sim em parar de dar importância a elas!


Cuide do corpo, cuide da mente!

O seu corpo é o seu templo! Cuide dele, mas não se limite a parte física…o seu alcance vai além!

Expandir seu corpo expande sua mente, permitindo que você esteja presente. E os resultados dessa presença tem alcance inimaginável. 

Adotar posturas expansivas e abertas faz com que nos sintamos melhor e mais eficientes de várias maneiras. Nos sentimos mais poderosas, confiantes e assertivas, menos estressadas e ansiosas, e mais contentes e otimistas.

Até nossas vozes se expandem!

O corpo molda a nossa mente e a mente molda o nosso comportamento. Mas o corpo também dirigi a si mesmo. É uma linguagem que não mente.

Quando nos sentimos desafiados ou ansiosos, nossa maior tendência é desejar lutar ou fugir – e essas alternativas só nos afastam do presente. Fugir impede nosso envolvimento porque nos ausentamos em todos os sentidos. Lutar faz  a mesma coisa porque nos sentimos ameaçados ou exasperados demais para assimilar o que está ocorrendo de fato e  reagir de acordo.

Portanto, meninas fique atentas às suas posturas ao longo do dia. Evite recair nas posturas impotentes que costumamos assumir inconscientemente. Mas como fazê -lo?

Amy Cuddy em seu livro “O Poder da Presença” nos dá dicas valiosas:

Mantenha os ombros aprumados e o peito estufado. Sinta se a própria mulher maravilha!

Respire lenta e profundamente.

Observe o que está acontecendo nos momentos em que começa a se contrair, desanimar e desaparecer. Quais situações e estímulos a levam a se encolher?

Prepare lembretes de postura para si mesmo. Faça do celular um aliado e não um inimigo.

Alongue-se na cama antes de adormecer e antes de sair da cama.

Faça pausas ao longo do dia para caminhar.

Explore as ocasiões sociais que tiver para se alongar, malhar, correr, praticar ioga e dançar.

Não desperdice as oportunidades de se expandir!

Avante meninas!

Apoderem-se das partes grandiosas, bonitas e poderosas em você – aquelas que você ama e nas quais acredita. Elas estão, de fato, à sua disposição.

Deixe seu corpo informar que você é poderosa! 

 

Beijos Paty e Babi!

 

 

 

 

 

 

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Carreira, Comportamento

INTELIGÊNCIA EMOCIONAL

Até alguns anos atrás acreditávamos que inteligência estava associada aos conhecimentos e habilidades nas ciências exatas e ao raciocínio lógico. Era o chamado Quociente de Inteligência (QI) que determinaria o sucesso (principalmente, profissional) de uma pessoa.

Quem tinha medo de fazer o teste na escola? Só de pensar dava até frio na barriga!! Imagina toda a sua vida determinada apenas por uma fórmula? Não faz sentido nenhum, né? E realmente não faz!

Alguns estudos comprovaram que o QI não é garantia de nada se não houver aspectos cognitivos integrados ao processo de desenvolvimento do potencial dos indivíduos. É aí que entra a famosa Inteligência Emocional, medida pelo Quociente Emocional (QE).

Esse conceito se popularizou com o psicólogo e autor Daniel Goleman em seu livro sobre o tema. Mas do que se trata exatamente? Por que é tão pertinente? O que isso tem a ver com o meu sucesso? No post de hoje, responderemos a todas essas perguntas e ainda vamos dar dicas para você conquistar a tão buscada Inteligência Emocional e aumentar o seu QE. Vamos lá?

Emocional, o quê?

Vamos começar esclarecendo um ponto importante: embora normalmente sejam vistos como sinônimos, emoção e sentimento são considerados movimentos diferentes. Ok?

Emoções não podem ser controladas, são inconscientes, estão sempre associadas a estímulos (internos ou externos) e geram comportamentos instintivos. O sentimento, por sua vez, diz respeito à tomada de consciência daquela emoção por uma pessoa. Portanto, são as emoções que dão origem aos sentimentos.

Esta relação envolve centésimos de segundos. É fácil perceber a emoção quando o coração acelera, os músculos se contraem, as mãos suam e falta ar aos pulmões, por exemplo. “Você pode me ver tendo uma emoção, não vê tudo, mas vê uma parte. Pode ver o que se passa na minha cara, a pele pode mudar, os movimentos que eu faço. Mas o sentimento você não pode ver”, explica o neurocientista Antônio Damásio.

Goleman afirma que 95% dos adultos são analfabetos emocionais, o que significa que a maioria de nós não consegue perceber as emoções que surgem no nosso dia a dia, muito menos dar nome à elas, verbalizá-las e ter o controle das reações provenientes. 

A Inteligência Emocional, portanto, nada mais é do que a habilidade de compreender e gerenciar suas emoções e as dos outros, gerando resultados positivos. Portanto, ela é construída de um mix das relações intra e interpessoal!!

Agora reflita com a gente:  você consegue lidar bem com as suas emoções? 

A nossa geração tem uma grande capacidade de inovação, criatividade e capacidade de fazer multitarefas, mas, por outro lado, possui uma ansiedade imensa, um grande senso de urgência…queremos tudo para ontem!! É difícil compreender que a semeadura exige um tempo de maturação antes da colheita e que a conquista é resultado de um processo longo.

Isso no ambiente de trabalho pode ser decisivo porque o QI pode fazer você ser admitido numa empresa, mas é o QE que será o responsável pelas sua promoção e carreira.  A pessoa é contratada por sua competência, mas se a empresa precisa desligar alguém de seu quadro, escolherá pelas atitudes. 

Goleman já dizia, o QI contribui com apenas 20% do nosso sucesso na vida! Os outros 80% são resultado do QE.  

Mas, que fique bem claro: QI e QE não são fatores opostos, mas complementares. Algumas pessoas são dotadas de ambos, e algumas possuem mais em um e pouco em outro. O grande desafio é entender como eles se complementam.

A Inteligência Emocional pode ser desenvolvida, treinada e  aprimorada a partir da construção de novos hábitos, novas formas de se comportar e pensar. Com ela nós nos tornamos mais eficientes usando os nossos recursos internos para lidar com as adversidades que podem aparecer no nosso cotidiano.

Goleman diz que a IE se baseia em 5 pilares:

♦Autoconsciência: capacidade de reconhecer, nomear e entender as nossas próprias emoções. Quando você tiver essas emoções, indique a parte do corpo em que elas acontecem. Dê a elas uma cor e textura concreta. Você é quem engloba todas essas partes ou emoções, não são elas que possuem você.

♦Controle emocional: habilidade de controlar e dosar as respostas emocionais em diversas situações. É importante entender como o seu corpo reage a determinadas emoções, e reserve algum minuto sozinho para se acalmar para então pensar com clareza.

♦Automotivação: capacidade de usar as próprias emoções em prol de um objetivo ou realização pessoal. Se estivermos motivados, encontraremos prazer naquilo que estamos fazendo e isso nos ajuda a lidar melhor com as emoções.

♦Reconhecer emoções em outras pessoas: é ter empatia, sempre procure se colocar no lugar do outro dentro de determinada situação para você tentar entender as suas atitudes. Faça o exercício de inverter os papéis.

♦Habilidades sociais: significa relacionar-se com outras pessoas de maneira equilibrada, com assertividade e comprometimento, além da habilidade de acordos e resolução de conflitos. 

Um dos principais obstáculos que dificultam o nosso desenvolvimento emocional é compreensão do caráter transitório das emoções. Como assim? As emoções surgem inconscientemente, produzem uma reação em nosso corpo e depois vão embora. Quem resolve se apegar às emoções somos nós!! Para que você não se torne refém das emoções e das reações institivas à elas é importante torná-las conscientes.

E, para isso, é necessário prática!

Então, aqui vão 10 dicas para você desenvolver a sua inteligência emocional com pequenas atitudes no seu dia a dia:

 

O mais importante é você se permitir sentir as emoções para, assim, poder compreendê-las!

Faça estes exercícios diariamente!

Anote em um papel o que te deixou nervosa, angustiada, feliz ou realizada naquele dia. 

Crie o seu vocabulário emocional! 

 

Beijos,

Babi e Pati!

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Carreira, Comportamento, Empreendedorismo

Conhecimento é empoderamento!!

Hoje queremos falar de coração para coração com vocês.

Durante a última reunião da Sou Minha fomos tomadas pelo sentimento de gratidão. Olhamos para um passado recente onde 2 mulheres com um sonho em comum resolveram acreditar nelas mesmas. Nesta caminhada conhecemos histórias e pessoas incríveis, trocamos experiências e, o mais importante, praticamos a sororidade. Somos gratas à vocês que contribuem e nos inspiram todos os dias.

E com esse sentimento pulsando em nós, queremos fazer mais! E pra isso voltamos ao que nos motivou a chegar até aqui, o propósito da Sou Minha: apoiar e contribuir para que todas as mulheres possam se mover em direção a objetivos e sonhos desejados através do (auto) conhecimento.

Conhecimento é empoderamento e para que ele alcance o máximo de mulheres vamos semanalmente abordar um tema específico, à escolha de vocês através de uma enquete. Conteúdos especiais serão enviados por email, por isso não deixe de se inscrever em nosso site!

Hoje já vamos dar início a essa nova jornada… você vem?!

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Comportamento

TESTE BECHDEL: O FEMININO NO CINEMA

Girls, já ouviram falar do Teste Bechdel?

É um teste para avaliar se um filme faz bom uso de personagens femininas. A trama precisa cumprir três regras: ter duas personagens com nome; ao menos uma cena em que conversam entre si; e o papo não pode ser sobre homem.

Parece algo trivial, mas muitos filmes não conseguem. Na maioria, a mulher só cumpre a função de “donzela em perigo” ou interesse amoroso do herói. O teste surgiu há 30 anos, numa tira da cartunista Alison Bechdel, para ironizar como Hollywood sub-representa as mulheres. Mas virou coisa séria – algumas produtoras já filtram roteiros por esse critério.

Estudantes da PUC Rio até criaram um app, o Alice, que permite ao usuário saber se um determinado filme é aprovado no Teste Bechdel.

Muito legal, né? Mas e aí, os últimos filmes que você assistiu passariam no Teste?

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Comportamento

ENCONTRO: O CAMINHO DO AUTOCONHECIMENTO

Que tal tirar uma manhã para relaxar e conversar sobre autoconhecimento?

Dia 25/03 você tem um encontro marcado consigo mesma. Vamos nos conectar com a natureza e com o nosso “eu” interior com a instrutora de ioga Luana Pontes. E juntas vamos bater um papo sobre os desafios e aprendizados para o autoconhecimento. Você não pode perder!!!

Data: 25/03
Horario: 10hs
Local: Parque Professor Almícar Vianna Martins
Valor: GRATUITO
Vagas: 20

O poder da mulher está no autoconhecimento!!

Inscrições via SYMPLA: https://goo.gl/WZJYB9

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