Comportamento

O EMPODERAMENTO FEMININO NO DIA A DIA: QUAL O MEU PAPEL?

O Empoderamento Feminino está em todos os lugares: jornais, internet, redes sociais,
novelas, blogs e rodas de conversa. Aposto que você mesma já usou esse termo e se não
usou, já ouviu por aí.

De modo geral, Empoderamento Feminino é o processo em que a mulher se apropria de
seu direito de existir e de seu valor na sociedade, seja na vida profissional, familiar,
conjugal ou em outros aspectos. Parece algo extremamente atual, mas é fruto de um
longo caminho percorrido até chegarmos às discussões que temos agora.
Você sabia que o Dia Internacional da Mulher foi criado em 1911 em decorrência de um
incêndio que matou mais de cem operárias em Nova York? E que foi somente em 1932
que as mulheres conquistaram direito de voto opcional no Brasil e, apenas em 1946, ele
se tornou obrigatório, tal como o dos homens?

No ano de 2010, a Organização das Nações Unidas publicou “Os Princípios de
Empoderamento das Mulheres ”. Baseados em práticas empresariais reais, os sete
princípios auxiliam as empresas e os governos a adaptarem as políticas existentes — ou
a estabelecer outras novas — que estimulem e asseguram os mesmos direitos,
oportunidades, gratificações e responsabilidades entre homens e mulheres.

7b82d29c32777b4998c2f18ab55a6089--grl-pwr-lazuliA sociedade vem avançando e estamos conseguindo promover uma mudança
progressiva, embora ainda haja muito o que ser conquistado.
Mas como EU posso ajudar no Empoderamento Feminino? A Sou Minha traz algumas
dicas:
– Valorizar ações e feitos femininos;
– Respeitar as escolhas de outras mulheres, ainda – e principalmente – se forem
diferentes das suas;
– Participar de grupos de apoio, discussão e formação sobre questões do universo
feminino;
– Evitar frases como: “isso não é coisa de menina”; “lugar de mulher é em casa”, que
possam reafirmar preconceitos e estereótipos femininos;
– Buscar informações e dados sobre o papel da mulher na sociedade atual;
– Conhecer os direitos das mulheres;
– Conscientizar crianças e adolescentes sobre a igualdade de gênero e respeito às
mulheres;
– Denunciar quaisquer tipos de abuso sofridos no ambiente familiar ou no trabalho.

Compartilhe com a gente outras atitudes que fortaleçam o Empoderamento Feminino
em seu cotidiano. Juntas somos mais!

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Agora

Há 3 dias do ano novo a única pergunta que me vem à mente é: “Onde estou nesse exato momento?”

Sim! A resposta parece óbvia! Em casa, de férias do meu trabalho de 8 horas, dentro do meu escritório, escrevendo esse texto na cia do meu cachorro e da nossa ajudante que vem as quintas – feiras.

Não, não! Tem um turbilhão de pensamentos por aqui na prolongação do meu pescoço, minha mente está insana, tenho o notebook à minha frente, o ipad ao lado e o celular no colo. Mais uma pilha de livros jogados no chão. Penso na roupa do réveillon, na correria que vou arrumar porque tenho um compromisso daqui a pouco e em uma amiga que está se separando.

Pelas estatísticas as pessoas gastam 46.9 por cento de suas horas de vigília, pensando em algo diferente do que elas estão fazendo, estou na média então!rs

Estamos todos desesperados por estar mais presentes, por isso que adoramos estar com as pessoas que nos fazem sentir vivas.

Para Eckhart Tolle aquele autor do livro “O Poder Do Agora”, o passado e o futuro não são reais quanto o presente? Afinal, o passado determina quem somos e de que forma agimos no presente. E os nossos objetivos futuros determinam as atitudes que tomamos no presente.

Aposto que vai ter que ler a expressão novamente né? Pois é, antes de escrever também tive que fazer isso, sabe porquê? Você está tentando entender mentalmente! A mente não pode entender esse assunto. Só você pode!

Para tudo e responda para você mesma!

Você alguma vez vivenciou, realizou, pensou ou sentiu alguma coisa fora do AGORA? Acha que conseguirá fazer um dia? É possível alguma coisa acontecer ou ser fora do AGORA? A resposta é óbvia, não é mesmo?

Nada jamais aconteceu no passado, aconteceu AGORA. Nada jamais irá acontecer no futuro, acontecerá no AGORA.

Somos muito ansiosas, nossa mente se preocupa o tempo todo com o que viemos fazer aqui e se vai dar tudo certo. Precisamos dar um salto para regressar ao único momento que temos: o presente, onde a vida acontece de verdade.

Estar presente não exige meditação, respirações profundas ou algo assim. É apenas uma decisão de um segundo, “Ok, agora vou estar presente”.

Não é uma decisão que você faz na parte da manhã e nunca mais tem que pensar novamente, é uma decisão que você faz repentinamente ao longo do dia. Ooops, afastou-se do momento presente? Sem problemas. O voo de volta é de um segundo.

E toda vez que aqueles pensamentos te tirarem do aqui agora se pergunte: Esse pensamento que surgiu, é útil? Está servindo a mim ou aos outros de alguma maneira ou não? Eu quero ir pra lá?

Talvez seja necessário jogar fora velhas condições de medo ou julgamentos ou coisas que não são muito úteis para nós mesmos ou para os outros.

Estar no presente é o caminho para vivermos nosso propósito interior.

É no estado de presença que tudo muda!

Um 2018 presente pra todas vocês.

Por Patrícia Silvério

aqui

 

 

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Por que precisamos das Resoluções de Ano Novo?

Dezembro é o mês das confraternizações de final de ano. Nos reunimos com os colegas de trabalho, amigos e família. Falamos de como foi o ano que se passou e SEMPRE ouvimos aquela frase: ano que vem eu começo….

Sim, as famosas resoluções de Ano Novo ganham os tópicos das conversas.

De fato, esse período do ano é favorável a novos planejamentos e tomadas de decisão. Além disso, costuma ser o mês de fechamento de metas, auto-avaliação e balanços em muitas empresas.

Ficamos empolgados, como se o ano novo que se aproxima fosse um livro em branco. Ano novo, Vida nova”!

No meu caso, os anos se passaram e junto deles inúmeras listas de resoluções: emagrecer, começar um curso novo, viajar, fazer trabalho voluntário, começar academia, etc. Aquela motivação inicial aos poucos foi se perdendo… Por que?

De acordo com os Professores de Psicologia da Universidade de Toronto, Jane Polivy e Peter Herman, nas primeiras duas semanas de Janeiro tudo funciona perfeitamente, as pessoas ficam comprometidas com as metas estabelecidas. Porém, no final de Fevereiro há um retrocesso.

Os professores argumentam que ocorre a Síndrome da Falsa Esperança. Geralmente, as pessoas estabelecem resoluções que estão em desacordo com a sua realidade: somos excessivamente ambiciosos por querermos realizar mais do que podemos num período de tempo improvável. Subestimamos a dificuldade da própria resolução. Além disso, somos levados a associar a resolução com mudanças em outros campos da nossa vida. Por exemplo, as pessoas muitas vezes querem perder peso porque acreditam que isso vai melhorar sua carreira, saúde e vida social. As mudanças que você esperava muitas vezes não se materializam – levando até mesmo a perda de autoestima.Screenshot_2017-12-11-20-01-05-1

O que eles sugerem é sermos realistas, principalmente no que diz respeito a visão que temos sobre nós mesmos.

Se conhecer é saber quais impulsos nos move para a realização dos nossos propósitos.

O que nos motiva ou nos impulsiona? O que abastece nosso movimento na direção dos nossos objetivos? Quão certo sabemos o que queremos? O que nós realmente queremos? Nossos diferentes desejos parecem alinhados ou em direções distintas? De onde vem nossos desejos – pensamentos ou sentimentos? Quao claramente distinguimos nossos desejos das expectativas de outras pessoas? Até que ponto você acha que está guiando seus desejos versus está sendo dirigido por eles?       

Só você tem essas respostas, talvez a cabeça não seja o melhor lugar para procurá las, talvez exista outro lugar para se olhar. Ouça seu coração, busque seu auto-conhecimento, por que assim, as resoluções podem ocorrer em qualquer época do ano.

Por Bárbara Lopes e Patrícia Silvério

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Vamos falar sobre Violência Contra Mulher

No dia 25 de Novembro foi dado início a campanha 16 dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres. A mobilização ocorre em mais de 160 países, sendo realizada no Brasil desde o ano de 2003.

Para algumas de nós a violência contra mulher parece uma realidade distante. E, assim, sem percebermos, fechamos os nossos olhos. Já li inúmeras reportagens sobre o tema, me senti indignada com as estatísticas e depoimentos de vítimas. Mas eu nunca cheguei a fazer nada a respeito… isso mesmo, NADA!!

Aquele sentimento constrangedor foi tomando conta de mim: por que não consigo agir diante de uma realidade tão terrível?

Então, parei e pensei: o que é violência contra a mulher?

Assumimos, quase espontaneamente, que violência se restringe ao aspecto físico.

Aí estava o meu grande erro!

A Lei Maria da Penha[1] estabelece que:

Violência contra Mulher é qualquer conduta – ação ou omissão – de discriminação, agressão ou coerção, ocasionada pelo simples fato de a vítima ser mulher e que cause dano, morte, constrangimento, limitação, sofrimento físico, sexual, moral, psicológico, social, político ou econômico ou perda patrimonial. Essa violência pode acontecer tanto em espaços públicos como privados.

Voltando aos números, um indicador chamou a minha atenção. No ano de 2016, 52% das mulheres que sofreram algum tipo violência NÃO procuram ajuda (seja através da Delegacia da Mulher ou pela própria família).

Por que estamos nos calando?

Os aspectos culturais machistas e misóginos vigentes na nossa sociedade normalizam comportamentos abusivos. Isso está tão enraizado em nossos costumes que nós, mulheres, muitas vezes não percebemos.

A luta diária é para que a mulher tenha liberdade e autonomia para fazer as suas próprias escolhas. Não sofrer nenhum tipo de violência por querer usar uma determinada roupa, ir a algum lugar sozinha, ocupar espaços em que historicamente há a prevalência de homens, querer ou não casar ou ter filhos.

O poder transformador está também em nossas mãos!

Vamos gerar plataformas de diálogo e conscientização nas instituições de ensino, no trabalho, em casa, na nossa vida cotidiana.

Vamos exigir mais delegacias especializadas 24hs, profissionais treinados, atendimento humanizado às vítimas e políticas públicas que reforcem e garantam a cidadania da mulher.

O empoderamento feminino que tanto se fala engloba conhecermos os nossos direitos e, principalmente, quando sabemos o que fazer com eles.

A forma que encontrei de agir foi essa. Falar aberta e sinceramente que eu não sabia o que era violência contra mulher, mas que hoje eu sei que posso fazer a diferença na vida de alguém que venha a passar por tal situação e lutar para que isso não aconteça a mais nenhuma de nós.

[1] http://www.cnj.jus.br/programas-e-acoes/lei-maria-da-penha/formas-de-violencia

 

Por: Bárbara Ferreira Lopes

 

Imagem Violência Mulher

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Sobre hot dog, inglês e resiliência.

criança

 

Sou daquelas pessoas que não gosta muito de escutar música quando dirige, prefiro o silêncio, o meu silêncio. Adoro observar o movimento das ruas, o olhar das pessoas, o motorista do lado, fico imaginando o que a pessoa está pensando, pra onde ela está indo, faço isso desde de criança, quando ir à “Cidade” com minha mãe era o programa preferido de todo o mundo! Claro que acompanhado do cachorro quente das lojas Americanas, que inclusive parece me que só eu, meus irmãos e minha prima Nalu lembramos, rs. Mas tenho me arriscado e comecei a escutar podcasts – a descoberta do ano,  no meu trajeto.

Numa dessas manhãs, há uns meses atrás, escutei uma neurocientista dizendo que “somos energia em movimento”. Fiquei “viajando” nessa afirmação por muito tempo e me arriscaria complementar sua fala, pra mim somos mesmo é um “pacotão” de energia, e dentro dele está nossos pensamentos, percepções e experiências onde construímos nossas crenças. Nossas crenças fazem de nós aquilo que somos! Conhecer a origem delas é fundamental para o tal movimento que a Doutora falou acontecer. Aquilo que aprendemos desde de criança e adotamos como nossas verdades absolutas. Lembra quando sua mãe gritava da cozinha “Come tudo! Não deixa nada no prato” eu escutei varias vezes isso e um monte de outras coisas também. Muitas dessas experiências de infância me traz e nos traz efeitos positivos e negativos, saber lidar com essas limitações causadas pelas crenças faz parte do nosso processo de evolução e da nossa busca por uma vida mais plena e feliz.

Resolvi então esse ano voltar à estudar inglês e ressignificar minha crença de que “tem coisas que não são pra gente”. Poxa vida! Estou tendo uma dificuldade tremenda no aprendizado e isso tem testado diariamente minha resiliência.   As vezes fico com vontade de faltar à aula, arrumo um monte de coisa pra fazer na hora de sair do trabalho pra não dar tempo de ir, mas percebo minha auto sabotagem a tempo e todas as terças as 19:00 horas estou em sala de aula me divertindo, rindo de mim mesma a cada pronúncia errada. Estou me permitindo!

Para Seligman, o “cara” da psicologia positiva “quando somos atingidos pela adversidade, nossa primeira reação é refletir sobre ela“. A maneira habitual de uma pessoa explicar os maus acontecimentos é bem mais do que as palavras que ela pronuncia quando fracassa em alguma situação, hábito esse que adquirimos na infância e na adolescência e que reflete a maneira que nos vemos no mundo.

O pensamento é a chave para impulsionar a resiliência! E é essa porta que convido vocês a abrir comigo nas próximas semanas, trabalhando nossas crenças limitadoras com muito otimismo e esperança.

Referência:. Florescer – Seligman

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Sem Saúde não somos nada!

Sábado de Sol, lá fui eu com um envelope na mão com “trocentos” pedidos de exames à um laboratório, confesso que preferiria aproveitar o último fds do verão numa piscina de águas cristalinas, mas segui firme no meu propósito. Não estou doente, Graças a Deus! Mas com 38 anos tomei uma decisão que não tem volta, assim como Abílio Diniz em seu livro Novos Caminhos, Novas Escolhas quero seguir vencendo mas minha meta fundamental é longevidade com qualidade de vida. Cuidamos de tudo e de todos e não damos bola pra falta ou excesso de sono, apetite, energia, peso e aos pequenos sinais que nosso corpo nos dá diariamente. Sempre culpamos o stress e a correria do dia a dia, mas nem sempre eles são os maiores vilões. No passado fiquei cinco anos sem ir ao médico e nem vi o tempo passar, mas hoje já não posso mais brincar, meu corpo me denuncia, já não me sinto tão bem quando tomo minha cervejinha ou quando como aquela feijoada maravilhosa da minha Tia. Talvez apenas uma ‘pecinha’ desse motor chamado corpo esteja fora do lugar e com pequenos ajustes tudo volta ao normal, no meu caso apenas um hormônio desregulado está fazendo toda essa bagunça e me atrapalhando a perder peso. Sabendo do que se trata fica muito fácil fazer os ajustes. Seja sincera! Qual foi a última vez que você fez um check up? Se faz anualmente, Parabéns! Você é uma pessoa que se cuida e se não se lembra a última vez ou está achando esse papo chato demais, pare de fugir de si mesma, não perca tempo, marque essa semana mesmo uma consulta com o médico da sua preferência e vá se cuidar. Sem saúde não somos nada!

saude

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Lançamento

sou minha

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  • 🌼Self Care Sou Minha🌼

Desafio 20: Tire algumas horas para cuidar de você. Teste aquela máscara de rosto, faça uma hidratação e relaxe. Você merece se sentir ainda mais linda!!! #souminha #selfcaresouminha #wellness #sororidade #mulheresdebh #mulheresempreendedoras #juntassomosmais
  • 🌼Self Care Sou Minha🌼

Desafio 19: Antes de dormir, relembre os pontos altos do seu dia!

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  • A série negócios inspiradores de hoje conta a perfumada história do @labellescens 
Cibele Paiva era uma executiva apaixonada por perfumes. Mas sua vida virou de cabeça para baixo com a chegada do seu bebê: ela sofreu de depressão pós-parto, após desenvolver diabetes gestacional.

Ela se sentia sobrecarregada, mas os projetos profissionais não podiam esperar. Quando finalmente conseguiu se desligar da empresa, quatro anos depois que o filho nasceu, Cibele precisava aliviar seu sofrimento.

Começou, então, a estudar sozinha sobre perfumes no YouTube, sua paixão desde a época em que era gerente de loja, há mais de 15 anos. Nos dois meses seguintes, ela produziu mais 800 frascos para vender e faturou 18 mil reais. O futuramente foi investido em mais cursos de especialização.

Tudo isso ajudou Cibele a montar a La Belle Scens, empresa especializada em aromatização profissional. O negócio hoje tem cerca de 200 clientes fixos, entre empresas e pessoas físicas.

Cibele é exemplo de que nunca é tarde para seguir o seu sonho. Com determinação podemos fazer o que quisermos!

Fonte: Revista Exame

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  • 🌼Self Care Sou Minha🌼

Desafio 18: Coloque a sua música favorita e DANCE!!! #sororidade #souminha #juntassomosmais #mulheresdebh #selfcaresouminha #dancesozinha
  • A dica Sou Minha dessa sexta é o filme As Sufragistas (2015). O longa é um retrato da luta das mulheres inglesas do século XX em poder exercer o seu direito de voto. Com trechos de discursos e imagens reais da época, o enredo ao mesmo tempo nos indigna e emociona principalmente por enaltecer aspectos muito atuais da nossa sociedade: a submissão, o preconceito e desrespeito ao sexo feminino. Ao final do filme, inclusive, uma legenda  mostra o ano em que as mulheres conquistaram o direito ao voto em vários países. Vale assitir até o final!!! 🎥O filme está disponível no Netflix!! #dicassouminha #souminha 
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#mulheresdebh #assufragistas #mulheresempreendedoras
  • 🌼Self Care Sou Minha🌼

Desafio 17: Sorria...que seja sem motivo e principalmente sem câmeras!

Tão simples e faz um bem danado!! #selfcaresouminha #souminha
#sororidade #juntassomosmais #sorriamais #wellness #mulheresdebh