Carreira, Comportamento, Empreendedorismo

APRENDENDO COM OS FRACASSOS

Fracasso:
substantivo masculino: falta de êxito; malogro; derrota.
Ex:”o empreendimento foi um fracasso.”

Fracasso é uma palavra pesada, né? É só olhar a definição no dicionário aí em cima. E se tem algo que as pessoas não querem estar associadas, essa coisa é o fracasso.

Quando definimos quais seriam os dois temas para a enquete da semana nos inspiramos em um bate papo que tivemos com uma amiga. Daí pensamos, quantas mulheres devem estar se sentindo da mesma maneira? Então, pedimos que ela contasse um pouquinho da história dela pra vocês:

“Muitas vezes deixamos de tentar algo pelo simples medo do fracasso, do que as pessoas vão dizer e pensar sobre nós e de como vamos nos sentir.  Esse medo nos faz perder grandes oportunidades de aprendizado,  crescimento pessoal e profissional.  Se tentamos algo e não deu certo, sempre ficamos receosos de fazer novas tentativas. Sempre tem uma voz que nos diz “ não se aventure de novo, você já fracassou uma vez”, além de várias outras pessoas que também nos dizem isso.

Mas não podemos encarar nossos erros e falhas como a pior coisa que pode acontecer nas nossas vidas!

 Como empreendedora, já tive vários negócios que não foram para frente, mas todos me ensinaram que o que não falta são chances para novos recomeços. Ao tentar novamente me deparo com um momento de autoconhecimento, em que não devo escutar os outros, mas sim, a voz dentro de mim, encontrando aquela força adormecida e tirando todos os ensinamentos que puder das situações em que não obtive sucesso, buscando evitar cometer os mesmos erros do passado. Momento de nos reerguer e lutar por aquilo que acreditamos. Momento de correr atrás dos nossos objetivos não importando os obstáculos que teremos que enfrentar.  Aprendemos muita mais nas tentativas frustradas do que jamais iríamos aprender no sucesso garantido. E essa é a lição mais valiosa que podemos ter!” (Viviane Corrêa, 28 anos)

Essa aí do lado é a Vivi, nossa empreendedora que não desiste dos seus sonhos.

De alguma forma você se identifica com ela porque, cedo ou tarde, acontece com todos nós: em algum momento, fracassamos ou fracassaremos. 

Fracassar é ruim, é péssimo, claro!!! Mas, a forma como você enxerga o fracasso faz toda a diferença. Vai depender muito de sua visão de mundo, da maneira como você ressignifica o fracasso. Você pode muito bem desistir de tudo ou interiorizar o fracasso como uma forma de aprendizado (o que eu não devo fazer) e encará-lo como mais um degrau em direção ao seu objetivo.

Nos EUA, fala-se em Cultura do Fracasso. Nas startups do Vale do Silício é muito comum compartilhar os fracassos com as  outras pessoas, elas na verdade contam os fracassos como se fossem glórias.

Loucura?? NÃO!

Nos ambientes onde a inovação floresce, o fracasso faz parte da rotina. E de fato são glórias, sim. Afinal, eles arriscaram e tentaram. Por isso, é muito importante que as empresas criem um espaço para que as pessoas possam testar e falhar. Não adianta tirar conclusões, realizar estudos variados se você não tentar na prática.

Você que está prestes a começar um negócio novo, tem aquela veia empreendedora pulsando forte, mas ainda está inseguro de se lançar. É natural que isso aconteça. Nesse momento, passa tanta coisa pela nossa cabeça, né? Você só visualiza os piores cenários possíveis, preocupações financeiras te dão dor de cabeça e o medo de uma tragédia mercadológica é enorme. E por causa desse pavor com as incertezas do futuro você vai pendendo cada vez mais para o lado da segurança e não sai do lugar.

A lição que a Cultura do Fracasso traz é a da resiliência – capacidade de recomeçar, de cair, levantar e não desistir.

Uma outra iniciativa bem interessante foi a de um professor da Universidade Princeton que divulgou  uma versão incomum de seu currículo.  Nele, ele lista  todas as bolsas de pesquisas, os programas de estudos e as publicações para as quais foi rejeitado. O seu propósito com isso foi a de mostrar as coisas em perspectiva e romper com a ideia que as pessoas tinham de que tudo dava certo para ele.

Enquanto, por aqui, as pessoas que fracassam são humilhadas, desestimuladas e ridicularizadas pelo fracasso, nos EUA elas são parabenizadas. Precisamos reverter a perspectiva, é ter em mente que mesmo trabalhando duro, as coisas podem não dar certo. É ter resiliência suficiente para recomeçar. E deixar pra lá o que as pessoas vão dizer, Será que eles teriam tido a sua coragem?

E lembre-se, a sua próxima tentativa será bem melhor, isso você pode ter certeza!

Continue a nadar, continue a nadar!

Temos que ter algo bem claro em mente: não podemos mudar o passado!

Se perdemos dinheiro, fomos roubados, tivemos o nosso coração partido por alguém, fomos reprovados em uma prova importante, fracassamos nos negócios, fizemos escolhas financeiras erradas….qualquer coisa que tenha nos impactado profundamente, nada disso pode mudar!

O que podemos mudar é o significado desses eventos. Nós temos a incrível capacidade de reesignificar os acontecimentos que rotulamos de “negativos” como aprendizados, ensinando e crescendo com cada experiência que a vida nos oferece. Já parou pra pensar que muitas das nossas piores experiências, talvez tenham sido as melhores e as mais ricas?

Se você pretende fazer alguma coisa, mas não consegue dar o primeiro passo talvez os seus fracassos no passado estejam bloqueando as suas ações no presente. Na maioria das vezes não conseguimos o ver o cenário por completo e subestimamos as nossas habilidades para superar um fracasso.

Vamos fazer um exercício bem rapidinho. Responda o que vier na cabeça:

Quais foram os três momentos marcantes (bons ou ruins) da sua vida?

Se você pudesse voltar no tempo e escolher um desses fatos, para qual você voltaria para refazer/reviver? Por que?

Quais pontos fortes seus que aparecerem ou se desenvolveram nesse momento da sua vida?

Como você pode aplicar os conhecimentos, aprendizagens, e seus pontos fortes descobertos nessa experiência nos dias atuais e em seus futuros planos e ações?

Sabe a Dory de Procurando Nemo? Quando a vida te decepciona…

 

E aí? Topa mudar esse olhar sobre o fracasso?

Da próxima vez que pensar nos erros cometidos, relembre os aprendizados e as experiências que aquele momento trouxe na sua vida e em quem você é hoje!

Beijos Babi e Paty

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Carreira, Comportamento

AUTOESTIMA NO TRABALHO

Espelho, espelho meu!

Antes de ler este post pare diante do espelho e faça um exercício sincero com você mesma. Diga dez qualidades suas. Aponte também pelo menos cinco partes do corpo que lhe agradam. Observe ainda se é capaz de contabilizar mais pontos positivos do que negativos durante seu dia. Lembre o nome de cinco amigos que não são colegas de trabalho. E, com honestidade, assuma seus erros mais recentes.

Olhar-se no espelho disposto a fazer uma autoanálise é o primeiro passo para resgatar a autoestima. Observar-se e perguntar “o que há de melhor em mim” é um caminho para mudar o ponto de vista sobre quem você é, iniciando o processo de auto conhecimento.

Autoestima nem alta e nem baixa

Não é tão simples assim definir autoestima! Para uma pessoa pode significar uma coisa e para outra algo totalmente diferente!!!  Além disso, muitas pessoas acreditam que a autoestima é uma quantidade: quanto mais alta melhor. 

Mas, o que se sabe é que a autoestima envolve a integração de um tripé formado por pensamento, sentimento e ação. que na verdade podemos falar de 4 tipos de autoestima:

Cerca de 55% dos brasileiros se magoam facilmente, temem a rejeição, se culpam demais, têm medo de desagradar e têm necessidade de aprovação. Todas essas são características da autoestima frágil, um problema bem mais comum do que a autoestima baixa. 

Talvez o ponto mais preocupante seja o fato de que quase sete em dez (71%) mulheres e meninas se sentem pressionadas a nunca cometer erros ou a demonstrar fraqueza segundo a pesquisa Dove Global Beauty and Confidence Report.

No ambiente de trabalho, ela é o grande inimigo do processo de feedbacks,  já que a tendência é magoarmos com eles ao invés de usarmos as informações para evoluir. Olha que legal essa matéria sobre como reagir a um feedback negativo .

A autoestima é o “eixo central” da mente. Quando esse eixo é frágil, aumenta muito a chance de se desenvolver problemas emocionais maiores, como depressão, bipolaridade, burnout (esgotamento emocional).

E sabe o que você pode fazer sobre isso?

Mude o foco

A elevação da autoestima é um processo gradual. Ângela Leggerini de Figueiredo, especialista em Psicoterapia Cognitiva e Comportamental e professora da Faculdade de Psicologia da PUCRS, conta por onde começar.

Tenha uma visão realista (nem pessimista nem otimista demais) de si mesma, visando metas atingíveis.

Tenha claro onde quer chegar e o que quer comunicar através da sua imagem física.

Mantenha-se o mais fiel possível aos seus objetivos, levando em conta que todo ser humano é passível de falhas.

Dê ao trabalho a dimensão que ele realmente tem na sua vida, sem depositar nele toda e qualquer razão para felicidade ou infelicidade. Seu trabalho é parte da sua vida e não sua vida toda.

Tente afastar-se de lógicas 8 ou 80: ou sou perfeita ou não valho nada.

Lembre-se: sempre que nos comparamos a alguém só enxergamos o resultado final e não o processo que a pessoa passou para alcançar o objetivo.

Trabalhe o seu Mindset de Crescimento

Confusa?? Calma, já vamos te explicar!

 O mindset de crescimento é o que nos faz avançar e acreditar que podemos nos aperfeiçoar naquilo que acreditamos não sermos bons ainda. As pessoas não apenas buscam o desafio, mas prosperam com ele. Quanto maior o desafio, mas elas se desenvolvem. 

O que estamos querendo dizer é que precisamos passar por uma mudança profunda na maneira de pensar para que possamos potencializar a autoestima no trabalho. Se você muda a sua maneira de pensar, você muda a sua maneira de se sentir e, por consequência, muda o que você consegue fazer.

Olha que legal esse vídeo sobre o poder da mentalidade de crescimento.

Então, ao invés de ficar esperando o seu chefe ou a empresa que você que você trabalha fazerem alguma coisa, seja você o agente de transformação.

Acreditar que você é capaz de mudar o seu mindset vai trazer ainda mais confiança e este olhar diferente é necessário. Sabe aquele feedback negativo que você ficou remoendo por horas? Que tal trabalhar o seu mindset e entender as situações difíceis como oportunidades de crescimento e aprimoramento?

 

Quer saber como anda o seu o mindset: clique aqui e faça o teste gratuitamente!

 

O sentimento de pertencimento

Nos últimos anos, os valores motivadores para uma pessoa ter autoestima no trabalho mudaram completamente. Uma pesquisa realizada pelo Instituto Globoforce Work Human apurou o que faz os funcionários mais felizes e o curioso foi que fatores que há anos eram considerados importantes (compensação em dinheiro, reconhecimento financeiro ou benefícios) não aparecem nem entre os top 5. 

Quer saber se você se identifica? Olha aí:

1) O sentimento de pertencer: sentir-se parte de um time, grupo ou organização é o que mais gera felicidade entre os profissionais. Mais do que isso, os profissionais que sentem um forte senso de pertencimento têm uma performance superior, contribuem além das expectativas, e também estão menos propensos a pedir demissão.

2)O sentimento de propósito: entender porque o trabalho está sendo feito e porque é importante.

3) O sentido de realizaçãoem relação ao desempenho e satisfação do trabalho que foi feito

4) A sentimento de alegria: diz respeito ao prazer ligado ao ambiente de trabalho e ao trabalho em si.

5) O sentimento de vigor: que é a presença da energia e entusiasmo no trabalho.

Fica a dica aí empresas

Para criar esse ambiente positivo, é fundamental a figura de um líder (já falamos por aqui sobre isso). 

Segundo pesquisadores da Havard e da Stanford, um chefe ruim pode fazer tão mal à saúde quanto ser um fumante passivo. Mais de 75% dos profissionais americanos que foram entrevistados nessa pesquisa, disseram que seus chefes eram a pior parte de seus trabalhos.

Quando os líderes estão comprometidos a criar condições favoráveis para o desenvolvimento e o vínculo emocional entre funcionário e a organização o benefício é de ambas as partes.

 E o resultado? 95% dos funcionários com uma experiência de trabalho positiva têm atitudes assertivas e realizam um maior esforço voluntário, contra 55% daqueles que não encontram esse estímulo no trabalho.

 

Quer saber mais sobre como motivar as pessoas no ambiente de trabalho? Então clique aqui e aqui e faça a diferença na sua empresa!

 

 Então, lembre que o que realmente fará com que a sua autoestima no trabalho melhore depende, primeiramente, de você!

Assuma a responsabilidade do que você quer para sua vida.

Perceba o aqui e agora como uma oportunidade de fazer diferente.

Ninguém pode fazer por você, a mudança é sua!

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Carreira, Comportamento

INTELIGÊNCIA EMOCIONAL

Até alguns anos atrás acreditávamos que inteligência estava associada aos conhecimentos e habilidades nas ciências exatas e ao raciocínio lógico. Era o chamado Quociente de Inteligência (QI) que determinaria o sucesso (principalmente, profissional) de uma pessoa.

Quem tinha medo de fazer o teste na escola? Só de pensar dava até frio na barriga!! Imagina toda a sua vida determinada apenas por uma fórmula? Não faz sentido nenhum, né? E realmente não faz!

Alguns estudos comprovaram que o QI não é garantia de nada se não houver aspectos cognitivos integrados ao processo de desenvolvimento do potencial dos indivíduos. É aí que entra a famosa Inteligência Emocional, medida pelo Quociente Emocional (QE).

Esse conceito se popularizou com o psicólogo e autor Daniel Goleman em seu livro sobre o tema. Mas do que se trata exatamente? Por que é tão pertinente? O que isso tem a ver com o meu sucesso? No post de hoje, responderemos a todas essas perguntas e ainda vamos dar dicas para você conquistar a tão buscada Inteligência Emocional e aumentar o seu QE. Vamos lá?

Emocional, o quê?

Vamos começar esclarecendo um ponto importante: embora normalmente sejam vistos como sinônimos, emoção e sentimento são considerados movimentos diferentes. Ok?

Emoções não podem ser controladas, são inconscientes, estão sempre associadas a estímulos (internos ou externos) e geram comportamentos instintivos. O sentimento, por sua vez, diz respeito à tomada de consciência daquela emoção por uma pessoa. Portanto, são as emoções que dão origem aos sentimentos.

Esta relação envolve centésimos de segundos. É fácil perceber a emoção quando o coração acelera, os músculos se contraem, as mãos suam e falta ar aos pulmões, por exemplo. “Você pode me ver tendo uma emoção, não vê tudo, mas vê uma parte. Pode ver o que se passa na minha cara, a pele pode mudar, os movimentos que eu faço. Mas o sentimento você não pode ver”, explica o neurocientista Antônio Damásio.

Goleman afirma que 95% dos adultos são analfabetos emocionais, o que significa que a maioria de nós não consegue perceber as emoções que surgem no nosso dia a dia, muito menos dar nome à elas, verbalizá-las e ter o controle das reações provenientes. 

A Inteligência Emocional, portanto, nada mais é do que a habilidade de compreender e gerenciar suas emoções e as dos outros, gerando resultados positivos. Portanto, ela é construída de um mix das relações intra e interpessoal!!

Agora reflita com a gente:  você consegue lidar bem com as suas emoções? 

A nossa geração tem uma grande capacidade de inovação, criatividade e capacidade de fazer multitarefas, mas, por outro lado, possui uma ansiedade imensa, um grande senso de urgência…queremos tudo para ontem!! É difícil compreender que a semeadura exige um tempo de maturação antes da colheita e que a conquista é resultado de um processo longo.

Isso no ambiente de trabalho pode ser decisivo porque o QI pode fazer você ser admitido numa empresa, mas é o QE que será o responsável pelas sua promoção e carreira.  A pessoa é contratada por sua competência, mas se a empresa precisa desligar alguém de seu quadro, escolherá pelas atitudes. 

Goleman já dizia, o QI contribui com apenas 20% do nosso sucesso na vida! Os outros 80% são resultado do QE.  

Mas, que fique bem claro: QI e QE não são fatores opostos, mas complementares. Algumas pessoas são dotadas de ambos, e algumas possuem mais em um e pouco em outro. O grande desafio é entender como eles se complementam.

A Inteligência Emocional pode ser desenvolvida, treinada e  aprimorada a partir da construção de novos hábitos, novas formas de se comportar e pensar. Com ela nós nos tornamos mais eficientes usando os nossos recursos internos para lidar com as adversidades que podem aparecer no nosso cotidiano.

Goleman diz que a IE se baseia em 5 pilares:

♦Autoconsciência: capacidade de reconhecer, nomear e entender as nossas próprias emoções. Quando você tiver essas emoções, indique a parte do corpo em que elas acontecem. Dê a elas uma cor e textura concreta. Você é quem engloba todas essas partes ou emoções, não são elas que possuem você.

♦Controle emocional: habilidade de controlar e dosar as respostas emocionais em diversas situações. É importante entender como o seu corpo reage a determinadas emoções, e reserve algum minuto sozinho para se acalmar para então pensar com clareza.

♦Automotivação: capacidade de usar as próprias emoções em prol de um objetivo ou realização pessoal. Se estivermos motivados, encontraremos prazer naquilo que estamos fazendo e isso nos ajuda a lidar melhor com as emoções.

♦Reconhecer emoções em outras pessoas: é ter empatia, sempre procure se colocar no lugar do outro dentro de determinada situação para você tentar entender as suas atitudes. Faça o exercício de inverter os papéis.

♦Habilidades sociais: significa relacionar-se com outras pessoas de maneira equilibrada, com assertividade e comprometimento, além da habilidade de acordos e resolução de conflitos. 

Um dos principais obstáculos que dificultam o nosso desenvolvimento emocional é compreensão do caráter transitório das emoções. Como assim? As emoções surgem inconscientemente, produzem uma reação em nosso corpo e depois vão embora. Quem resolve se apegar às emoções somos nós!! Para que você não se torne refém das emoções e das reações institivas à elas é importante torná-las conscientes.

E, para isso, é necessário prática!

Então, aqui vão 10 dicas para você desenvolver a sua inteligência emocional com pequenas atitudes no seu dia a dia:

 

O mais importante é você se permitir sentir as emoções para, assim, poder compreendê-las!

Faça estes exercícios diariamente!

Anote em um papel o que te deixou nervosa, angustiada, feliz ou realizada naquele dia. 

Crie o seu vocabulário emocional! 

 

Beijos,

Babi e Pati!

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Carreira

LIDERANÇA CRIATIVA

 

Onde estão nossos líderes?

No momento em que o Brasil vive uma crise de liderança sem precedentes na esfera política, confesso que torcemos muito pelo tema Liderança Criativa ser a escolha de vocês em nossa enquete semanal.  Mais do que nunca é preciso formar uma nova geração de líderes que sejam agentes de mudança, capazes de superar e transformar nossa realidade em todas as áreas de atuação.

Normalmente, um líder é identificado como aquele que inspira, motiva sua equipe, a direciona em prol de objetivos comuns e, mais importante, caminha junto. Ele valoriza as habilidades de cada um, respeitando as dificuldades existentes e ajudando a superá-las. Não delega, mas divide a responsabilidade. Líder não comanda, influencia!

Ser um verdadeiro líder com todas as características que mencionamos aí em cima não é tão simples não, sabe por quê? Porque não existe uma fórmula correta e universal para ensinar uma pessoa a ser um líder. E, tão pouco, faz sentido falarmos em um líder nato.

Como assim, Sou Minha?

O que estamos querendo dizer é que liderança faz parte de um processo que envolve autoconhecimento e empatia.

Não há um único atributo, comportamento ou capacidade capaz de por si só distinguir um líder das demais pessoas. Na verdade, é o conjunto de competências e, principalmente, como elas são utilizadas em determinadas situações que faz a diferença. E este processo começa quando o indivíduo passa a se autoconhecer, compreendendo o seu modo de ser e agir para melhor desenvolver suas habilidades.

Quem conhece a si mesmo consegue desenvolver mais profundamente a empatia. Em qualquer estrutura de organização, há diversidade: são diferentes faixas etárias, gêneros, níveis de instrução, histórias de vida.  Um líder deve estar preparado para administrar adequadamente todas essas diferenças, de maneira a promover uma excelente integração entre todos os envolvidos. A empatia, portanto, tem a ver com melhorias na comunicação e nos níveis de confiança. Um líder sabe escutar as demandas da sua equipe e se esforça para entender a realidade de cada um deles.

E se, ao pensar em liderança a primeira imagem que vem à sua cabeça é daquela pessoa iluminada andando à frente, com um grupo de pessoas atrás, você ainda não entendeu a mensagem: verdadeiros líderes não formam seguidores, eles formam outros líderesEste sistema hierárquico está se desgastando muito rápido. Antes o líder tinha gente atrás de si, hoje ele precisa ter gente em torno de si. Isso significa que precisamos formar líderes não só no topo da pirâmide, mas em todos os outros níveis.

E a liderança criativa pode ser esse caminho…

A Liderança Criativa é um dos estilos de liderança existentes e que está alinhado ao ambiente econômico competitivo, interconectado, incerto e volátil que estamos vivendo. E como o próprio nome diz, baseia-se na criatividade em detrimento de valores tradicionais esperados de um líder.

Mas afinal, quem são os líderes criativos?

Um líder criativo é aquele capaz de perceber mudanças e antecipar estratégias, arriscar e inovar, conhecer múltiplos pontos de vista. Eles valorizam o capital humano e usam a intuição junto com a razão, possuem as famosas “soft skils”, competências subjetivas, muito mais difíceis de avaliar, porque estão relacionadas à sua forma de se relacionar e interagir com as pessoas. Lembra do que falamos sobre autoconhecimento e empatia? É isso!!

Para se conectarem com a nova geração e inspirá-la, os líderes criativos interagem de formas inteiramente novas, através de técnicas e ferramentas práticas já validadas no mercado. Hoje vamos falar de duas delas que gostamos muito de usar durante as palestras e os workshops da Sou Minha:

♦Design Thinking

É um modo de pensar e de agir do design nos negócios e na vida. O Design Thinking é centrado no ser humano e nas pessoas, é altamente colaborativo, experimental, otimista e visual. Assim, é preciso acreditar que se pode fazer a diferença, desenvolvendo um processo intencional para chegar ao novo, impactar positivamente as pessoas e criar soluções de negócio inovadoras e criativas.

Assim como um médico usa um bisturi quando quer cortar e uma agulha quando quer costurar, no Design Thinking se utilizam inúmeras ferramentas que, bem aplicadas, geram os resultados esperados ao longo de cada etapa do processo, sempre alternando momentos de criar divergência e ampliar as opções e momentos de fazer escolhas e convergir para tomar decisões. 

♦Liderança por meio dos arquétipos

Os arquétipos são padrões de pensamento e comportamento que existem em todos os seres humano e que, de alguma maneira, dão sentido ao que acontece em nossas vidas. Somos todos influenciados da mesma maneira por um arquétipo específico. Por exemplo, ninguém irá olhar para a foto de um tubarão e imaginar características como dócil, frágil ou amistoso.

Quando associados à liderança, os arquétipos emprestam esse mesmo tipo de significado. Uma mesma pessoa pode assumir diferentes papéis conforme as circunstâncias em que se encontra. Podemos falar em 4 principais arquétipos de liderança e sabe o que é mais legal? Eles foram estabelecidos por serem características de dominação e não de gênero. Obaaa!!

Então, bora descobrir com qual deles você se identifica mais!

⇒Guerreiro: Age como os guerreiros épicos, colocando limites e preparando-se para proteger seu reino das ameaças externas. Arma se de coragem, lealdade, integridade, disciplina e perseverança na busca de seus sonhos. Consegue aliar os interesses coletivos aos interesses pessoais, canaliza sua energia e sua agressividade, com coerência e habilidade para objetivos construtivos.

⇒Mago: Poder baseado na sua capacidade de fluir com os acontecimentos e não se deixar descontrolar por acontecimentos externos. Capacidade de enxergar o que está alem do óbvio, contatar as essências das pessoas e situações. Possui sabedoria para lidar com situações conflitivas, encontrando maneiras de se referir a elas. Utiliza da intuição como ferramenta básica quando se vê diante de impasses.

Amante: Auto-aceitação e auto-estima. Facilidade para estabelecer vínculos e assumir compromissos. Amor pelo que faz e realiza. Está em toda parte e se expressa sempre que a alegria e o prazer participam do trabalho feito com reconhecimento e valorização.

⇒Mentor: Ajuda administrar o nosso julgamento crítico, sendo um mediador quando há perigo de uma “guerra civil interior”.  Ele nos ajuda a acessar nossa criança interior. Mobiliza os recursos internos e externos que nos orientam para a luz. Permite-nos confiar no outro, delegar, trabalhar de forma coletiva.

 

Esperamos que todas essas ferramentas possam te ajudar a ser uma líder melhor!

Não espere que a empresa que você está agora ou o seu gestor faça isso por você!  Seja você a líder criativa capaz de mudar a sua história e a sua carreira!

Seja líder e inspire todos ao seu redor!

 

*Aqui vai uma dica de livro que nos inspirou muito para escrever esse post: Líderes Inovadores 

 

 

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Carreira, Comportamento, Empreendedorismo

Conhecimento é empoderamento!!

Hoje queremos falar de coração para coração com vocês.

Durante a última reunião da Sou Minha fomos tomadas pelo sentimento de gratidão. Olhamos para um passado recente onde 2 mulheres com um sonho em comum resolveram acreditar nelas mesmas. Nesta caminhada conhecemos histórias e pessoas incríveis, trocamos experiências e, o mais importante, praticamos a sororidade. Somos gratas à vocês que contribuem e nos inspiram todos os dias.

E com esse sentimento pulsando em nós, queremos fazer mais! E pra isso voltamos ao que nos motivou a chegar até aqui, o propósito da Sou Minha: apoiar e contribuir para que todas as mulheres possam se mover em direção a objetivos e sonhos desejados através do (auto) conhecimento.

Conhecimento é empoderamento e para que ele alcance o máximo de mulheres vamos semanalmente abordar um tema específico, à escolha de vocês através de uma enquete. Conteúdos especiais serão enviados por email, por isso não deixe de se inscrever em nosso site!

Hoje já vamos dar início a essa nova jornada… você vem?!

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Carreira

Conhecer o passado e lutar pelo futuro

Sim, é assutador… mas esses são alguns termos exigidos em um contrato para ser professora em São Paulo em 1923.

O mercado de trabalho é um campo de luta das mulheres, a história está aí pra nos mostrar. Ao invés de ignorá-la, olhar para o passado é um incentivo a mais na busca de reconhecimento, oportunidades, respeito e igualdade salarial.

Vamos juntas, nos apoiando, desenvolvendo nossas competências e alcançando mais espaço para continuar mudando a história das mulheres no mercado de trabalho.

Bora??

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Carreira, Empreendedorismo

CONFRARIA SOUMINHA: AUTOESTIMA FINANCEIRA FEMININA

Quando ouvimos gestão financeira, já pensamos em números, cálculos e gráficos…SOCORRO!!

Mas você sabia que para alcançar seus objetivos profissionais é preciso planejamento, e isso inclui saber gerir seu próprio dinheiro? Pois é, por mais que estejamos conquistando cada vez mais espaço no mercado de trabalho e negócios, a nossa confiança em lidar com o nosso “din din” não cresceu na mesma proporção.

Como o universo das finanças foi criado a partir da lógica e linguagem masculinas, fomos interiorizando que este papel não cabia à nós, mulheres, e nos habituamos a delegar essa obrigação à terceiros.

Mudar este cenário é possível e necessário!! Quem vai nos ajudar nessa missão é um dos maiores nomes em finanças de BH, Karina Valadares. Com 20 anos de experiência no mercado financeiro, Karina dará dicas de como fazer as pazes com o dinheiro, criando hábitos de sucesso para sua vida financeira.

Não fique fora dessa!! As incriçoes podem ser feitas via Sympla, pelo link:   https://goo.gl/pF2eQb
O valor da Confraria inclui: inscrição + material + planner de finanças + mimo da SouMinha!!
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Carreira, Empreendedorismo

MULHERES NA TECNOLOGIA: VAMOS INSPIRAR NOSSAS MENINAS

De acordo com a pesquisa da CA Technologies, apenas 8% das vagas de desenvolvedores de software de todo o mundo e 11% dos cargos executivos das empresas de tecnologia no Vale do Silício (EUA) são ocupados por mulheres. Segundo o estudo Women in Tech, 74% das meninas demonstram interesse pelas áreas de  ciência, tecnologia, engenharia e matemática, mas só 0,4% delas escolhem estudar ciências da computação.

Apesar de grandes nomes na história tecnologia,  por que poucas mulheres seguem essa carreira? A resposta começa na maneira como distinguimos meninos e meninas desde a infância.
Enquanto os meninos são encorajados a encarar desafios e vencer, as meninas aprendem mais características ligadas ao cuidado e isso influencia na escolha das carreiras.

Além disso, o fato de haver poucas meninas nas salas relacionadas a computação acaba afastando outras candidatas. Para Ana Carolina Medeiros gerente de conta da Neovero Sistemas, a escolha pela área de TI se deu pela influência crescente que a tecnologia atingia na vida das pessoas, além das oportunidades de mercado que cresciam.  “Em alguns momentos eu me iludi e achei que não enfrentaria preconceitos, diferenças de gênero, mas era visível: 7 mulheres na turma, cinco se formaram e apenas 2 trabalham atualmente na área – eu sou uma delas”, comenta Carol.

Mas, saiba que podemos mudar isso agora.  Só quem é criança hoje vai poder mudar a imagem das mulheres na área de TI no futuro. Como? Natália Kawatoko, gerente de pessoas da DB1 Global Software, dá 3 dicas simples:

1) Mudar o estereótipo que limita as atitudes consideradas “corretas” para meninos e meninas.
2)  Exemplos de outras mulheres para se espelharem e enxergarem sua força e competência
3) Capacitação: se estiverem melhores preparadas podem quebrar a barreira da insegurança frente aos homens.

Criar um ambiente com pluralidade de gênero e sem preconceitos desde criança faz toda a diferença!!!

Pensando nisso, a Samsung lançará no dia 23/04 uma série com histórias de sete mulheres nas áreas da ciência, games e empreendedorismo, relatando seus desafios, vitórias e o futuro das mulheres na TI. O primeiro episódio, “Cientistas Brilhantes”, apresenta mulheres de destaque no cenário brasileiro. O segundo, “Garotas Gamers”, reúne depoimentos de três jogadores que sofreram assédio durante partidas online. E o terceiro, “Mulheres Empreendedoras”, traz declarações de duas personagens que batalharam para superar a descrença sobre o real potencial delas.

Confiram o trailer:

Fonte: ComputerWorld

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Carreira, Empreendedorismo, Parceira Sou Minha

SEJA UMA PARCEIRA SOU MINHA

A Sou Minha quer criar uma rede de mulheres apaixonadas pelo que fazem, uma comunidade de profissionais talentosas que queiram divulgar o seu trabalho em nossa plataforma. Nosso propósito é apoiar as mulheres a serem protagonistas em sua vida profissional, podendo, onde quer que ela esteja, inspirar outras mulheres com o seu negócio.

Vamos nos conectar e fortalecer o lema de que “juntas somos mais”.

Não importa se você já é uma empreendedora estabelecida ou está dando os primeiros passos, a regra para ser uma parceira Sou Minha é AMAR O QUE FAZ!

Gostou? Então, nos envie um e-mail contando um pouco sobre a sua história. Todos os sábados divulgamos um “negócio inspirador”, quem sabe o próximo não é o seu?!

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